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PORTUGAL
INSTALAÇÃO DA RESULIMA
EM CONSTRUÇÃO
Obras de construção da célula estão orçadas em 2 milhões de euros e a conclusão
está prevista para o verão.
Filipa Pantaleão, responsável da
EGF para a área internacional, foi
a representante da empresa no debate sobre o futuro do setor que se realizou
no dia 19 de abril, onde teve oportunidade de expressar a necessidade de garantir
a equidade na redistribuição das metas entre todos os Sistemas de Gestão
de Resíduos em Portugal, bem como assegurar que o seu cumprimento não seja adiado por 2 anos.
A Resulima adjudicou, no passado
mês de setembro, as obras para o início da concretização do projeto da futura Unidade de Con namento, Preparação e Tratamento de Resíduos Urbanos,
na freguesia de Paradela, concelho
de Barcelos.
A empreitada agora lançada visa
a construção de uma das valências desta unidade – o aterro sanitário (célula 2)
de apoio – cujo investimento está orçado em cerca de 2 milhões de euros e deverá estar concluído no verão de 2018.
No local serão ainda executadas
mais duas empreitadas, uma relativa
à construção de uma unidade de tratamento mecânico e biológico (TMB), e outra referente a uma central de triagem automatizada (CTA), projetos estes que mereceram recentemente
aprovação do PO SEUR para o acesso a co nanciamento comunitário.
O concurso do TMB tem um preço base de 21,5 milhões de euros e encontra‐se neste momento em fase de concurso público internacional. Por seu turno, na CTA estima‐se um investimento base de cerca de 3,3 milhões de euros. Prevê‐se que os arranques dos trabalhos de construção destas duas infraestruturas se iniciem até ao  nal do corrente ano, devendo a sua conclusão acontecer em 2020.
Desta forma, a Resulima disporá futuramente de infraestruturas mais modernas que permitirão gerir os resíduos urbanos produzidos pelos mais de 300 mil habitantes da sua área de abrangência, contribuindo desta forma para o alcance das ambiciosas metas  xadas à empresa no PERSU 2020.
A Resulima disporá futuramente de infraestruturas mais modernas que permitirão gerir os resíduos urbanos produzidos pelos mais de 300 mil habitantes.
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